terça-feira, 5 de junho de 2012

aquele brilho,



A felicidade, tem varias denições,  para Aristóteles ela se dividia em três, a primeira consistia em uma vida de prazeres e satisações, a segunda como cidadão livre e responsável e a terceira como pesquisador e filósofo. Para os cínicos era se libertar das coisas casuais, sendo assim podia ser alcançada por todos, e uma vez alcançada não poderia ser perdida, e ainda para outros é simplesmente um estado de espírito constante ou um sentimento.
Um termo que se assemelha é a alegria, que são picos de entusiamo, estes vão e vem, duram por algum tempo e se dissipam, assim como a tristeza, vem se aloja por alguns dias , que seja, e depois vai embora. Sabendo desses dois conceitos é questionável a existência da felicidade, pois se a alegria e a tristeza existem, a felicidade não pode ser constante, certo?
Errado. Por um instante feche os olhos e imagine-se dentro do mar, agora vai nadando rumo ao fundo, esta ficando cada vez mais escuro, quando olha para superficie consegue ver um clarão indefinido, mesmo assim voce continua nadando cada vez mais para baixo. Agora  só resta escuridão. Imagine um pontinho de luz no meio de toda essa escuridão e nada até ele, quando estiver perto, fecha os olhos por alguns instantes, já que está com medo de que seja apenas um ilusão, e quando abre os olhos vê que ela ainda esta ali.
Assim é com a felicidade, depois que voce a encontra ela sempre estará brilhado dentro de voce, mesmo que se esqueça dela, ela vai te acompanhar todo tempo.