terça-feira, 16 de outubro de 2012

write


 Eita. Senti-me estremecer por dentro, senti o coração acelerar, senti as palavras pularem para meus dedos. Faz tanto tempo que não me pego com essa vontade louca de qualquer coisa sem compromisso.

 Resolvi vir aqui, abrir esse documento e escrever! Só que não tenho o que falar. Pelo menos eu acho.

 Sinto como se me apaixonasse. Cada músculo do meu corpo vibra só de olhar para a tela e lembrar de como me sentia escrevendo. Sinto como se, mais uma vez, estivesse atravessando aquele corredor e sentindo uma mão vindo de encontro com meu rosto, com todo cuidado e carinho possível. Sinto-me como naquela tarde, onde tudo o que eu tinha acreditado ter acabado, tinha apenas se camuflado em meio a outros pensamentos. Sinto paixão novamente!

 Cada palavra é um entorpecer surdo que quase me deixa desnorteada. Em meio a essa sensação, lembro-me de rostos que me fizeram sorrir nessa mesma época de paixão juvenil. Há tanto tempo que não me sinto assim, que até estranho.

 A verdade é que não sabia, ou não lembrava que gostava tanto disso. Senti um leve arrepio. Mas como essa historia não vai me levar a nada, termino-a por aqui, foi só um desabafo, em palavras, acho que foi só pra lembrar como parar, e tirar um tempo só pra mim me faz bem!

terça-feira, 5 de junho de 2012

aquele brilho,



A felicidade, tem varias denições,  para Aristóteles ela se dividia em três, a primeira consistia em uma vida de prazeres e satisações, a segunda como cidadão livre e responsável e a terceira como pesquisador e filósofo. Para os cínicos era se libertar das coisas casuais, sendo assim podia ser alcançada por todos, e uma vez alcançada não poderia ser perdida, e ainda para outros é simplesmente um estado de espírito constante ou um sentimento.
Um termo que se assemelha é a alegria, que são picos de entusiamo, estes vão e vem, duram por algum tempo e se dissipam, assim como a tristeza, vem se aloja por alguns dias , que seja, e depois vai embora. Sabendo desses dois conceitos é questionável a existência da felicidade, pois se a alegria e a tristeza existem, a felicidade não pode ser constante, certo?
Errado. Por um instante feche os olhos e imagine-se dentro do mar, agora vai nadando rumo ao fundo, esta ficando cada vez mais escuro, quando olha para superficie consegue ver um clarão indefinido, mesmo assim voce continua nadando cada vez mais para baixo. Agora  só resta escuridão. Imagine um pontinho de luz no meio de toda essa escuridão e nada até ele, quando estiver perto, fecha os olhos por alguns instantes, já que está com medo de que seja apenas um ilusão, e quando abre os olhos vê que ela ainda esta ali.
Assim é com a felicidade, depois que voce a encontra ela sempre estará brilhado dentro de voce, mesmo que se esqueça dela, ela vai te acompanhar todo tempo.